
Tarde fria, um chamado a pulsar.
As interrogações se aplacam e a fermata
Passa a marcar os passos, os lentos...
De mim, além da terra!
Em meio ao silêncio, só resta o eco,
O barulho do silêncio que me sufoca!
As respostas, onde estão?
Como são, quem irá interpretá-las?
As dores do vazio, a distância de mim...
Resguardo-me em meu leito, sem tempo nem chão!
Por onde andará a fortaleza do meu eu?
Por onde andará você?
O medo se vai, ontem eu disse...
E hoje? O que há?
Onde estará a mudança? No nada?
Ainda resta-me a mim... Resta?
Aí está você, de corpo... E alma?
Por detrás das lentes, ela está.
Quem dera eu, se eu pudesse...
Não, nada vejo!
Por onde andará você?
Traz-me a minha resposta,
Interpreta tua fala,
Decifra-me a tua resposta...
Por Luana Chaves (25/07/11)
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